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Biologia das Pragas - Aranhas

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Aranhas

Existem cerca de 40.000 espécies descritas no mundo, pertencem ao Filo Artrophoda, pois possuem um exoesqueleto coberto de quitina todo articulado, permitindo seus movimentos, e Ordem Araneae. Das milhares de espécies que existem no Brasil, algumas poucas oferecem perigo ao ser humano.
Habitam os mais diversos lugares, se refugiam em locais úmidos e de pouca iluminação, como gramados, jardins, porão de residências, atrás de móveis e entre entulhos.

As aranhas possuem quatro pares de apêndices (patas), o primeiro par de apêndices é modificado, sendo chamado de quelíceras usadas para inocular veneno, o segundo par de apêndices são os pedipalpos, os outros dois pares de apêndices são usados para a locomoção.   Não possuem antenas ou asas, seu corpo está dividido em cefalotórax (cabeça e tórax fundido) e abdômen. No abdômen encontram-se as glândulas fiandeiras que produzem uma substância cerosa, popularmente conhecida como teia.

Em geral, as aranhas são predadoras e se alimentam de insetos, algumas espécies se alimentam de pequenos vertebrados.
Dependendo da espécie, uma aranha pode viver até 25 anos. Uma fêmea pode colocar até 3.000 ovos em uma única postura. Algumas espécies acasalam várias vezes durante a vida, outras espécies somente uma única vez.

As espécies mais comuns são Phoneutria sp (aranha armadeira), Pholcus sp (aranha doméstica comum), Lycosa sp (aranha de jardim), Loxosceles sp (aranha marrom) e Lasiodora sp (caranguejeira), dentre essas espécies a que oferece maior perigo ao ser humano é a aranha marrom.



Conheça um pouco sobre as principais pragas urbanas:








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